Palmas prá Thayame
Encerramento da oficina cultural no campus da USP
Escrito por Eliane Ratier às 18h18
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Poema premiado pelo Sassom

Na foto, a premiada Estela e Eliane Então meninos, foi assim... Dia desses, num trabalho extra no Sasson, serviço de assistência ao servidor municipal, desta minha cidade de Ribeirão Preto, eu vi um cartaz anunciando o primeiro concurso cultural do Sassom, em homenagem ao funcionário público. O tema era o meio ambiente. Corri, corri, e aprontei o trabalho e consegui mandar á tempo. Fui premiada com o terceiro lugar, e a entrega efetiva dos prêmios foi feita no espaço nobilíssimo do salão dos espelhos do teatro Pedro II, onde houve uma breve confraternização entre os ganhadores. Isto aconteceu no dia 17 de novembro. Deixo aqui o poema premiado, meus agradecimentos e meu abraço. Questão de sobrevivência Sou a última criatura Por Deus concebida. Vim habitar esta terra Bela e rica, Farta e exuberante. Sou o presumido Mais inteligente ser vivo, Homem bicho. Tão frágil e desprotegido. Sou lento na resposta Às rápidas mudanças Que provoco, Neste meio em que vivo. Ambiente propício Ao ganho desmedido, À busca do conforto a qualquer preço, À egoísta ignorância do entorno: Seres de todos os reinos, Quero-vos submissos aos meus caprichos! Atendo às minhas necessidades Sem pensar no futuro. Mas o futuro é presente E já meu descuido é fruto. A revolta das águas que escasseiam, O tremer das terras profanadas, O veneno no ar vital, Estações enlouquecidas. Eu, algoz e vítima, Vago insone pelas ondas elétricas, Pseudos paraísos por mim construídos, Inúteis, perante a ameaça do fim. É preciso mudar de atitude. É preciso voltar a ser humano Bicho homem, Parte da natureza. E garantir o meio, Como ambiente de vida Criação divina de amor, Fonte de beleza. Bicho Homem
Eliane Ratier, para o concurso cultural do Sassom
Escrito por Eliane Ratier às 18h15
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Ave, Palavra!
 Na foto, Ely e Eliane Foi um momento de graça! Foi uma satisfação imensa, estar entre os selecionados para fazer parte da antologia Ave, Palavra!, organizada por nossa querida Ely. Foi quase um ano de preparação , para que a antologia saísse, bonita, ilustrada pelos talentos da terra, com bons textos e patrocinada pelo Moura Lacerda. O salão dos espelhos, teatro Pedro II, coração cultural da cidade, recebeu a festa, que para mim, foi cheia de surpresas, começando com o poema escolhido pela Ely. Mandei-lhe 3 opções e só fiquei sabendo qual tinha sido o escolhido, ali, ao abrir o livro. Ô coisa boa! Meu filho ficou bonito entre os coleguinhas. E foi tanta gente boa e querida compartilhando o mesmo trabalho. Muito abraço, beijo, elogio e demonstração de sincero carinho. Muita felicidade, todo mundo com a pilha de livrinhos debaixo do braço, disputando a dedicatória da Ely, que foi de uma gentileza ímpar ao colocar uma palavra no cartão que acompanhava a obra, e dos demais participantes, alguns conhecidos de vista mas desconhecidos de letras, outros ao contrário, e que tive o maior prazer em conhecer, e outros ainda revelando suas múltiplas habilidades, de escrita e artes plásticas. Há um belo prólogo de Edward Lopes, bons textos e lindas ilustrações. Não percam! Aí vai o poema que está no livro Palavra-Poema Lavra a alma Prepara o terreno Rega farta De vida e sentimento Brota única Floresce em cachos Trepadeiras Frondoso arvoredo Gera frutos Enfeita flor Perfuma dádivas Alimenta amor Inspira conquistas Desperta ira Absolve e condena Realiza o sonho Dá a sentença Palavra dura Palavra amena Palavra útil Palavra lúdica Palavra pouca Palavra plena De concreto, nada Palavra apenas Eliane Ratier Para Ely, 04 de dezembro de 2008
Escrito por Eliane Ratier às 17h58
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Noite de artes da ALARP
 na foto, Nelly Cirino de Mello, Mara Senna, Eliane Ratier Bem, meninos e meninas, no ano passado, vi este mesmo evento da ALARP, no Pedro II,e saí de lá encantada, com a alma em festa, tocada pela música, poesia e arte de uma turma excelente, poucos meus conhecidos. Pois é, este ano, ao assistir o mesmo evento, desta vez no Teatro Minaz, que daqui á pouquinho falo dele, senti-me novamente emocionada, mas com uma grande diferença: quase todos os artistas eram meus conhecidos, alguns amigos, outros parceiros, outros colegas de ofício e de vida. Este fato tornou minha noite especialíssima, os artistas magníficos que ocuparam o palco, hoje meus conhecidos, são pessoas de carne, osso e sentimento, cada um dotado de sua característica humana peculiar, de abraços, beijos e palavras acolhedoras. E por isso sou grata à Deus por tê-los bordado em meu caminho. O teatro Minaz Meu povo, aquilo é um teatro de verdade, com palco de verdade, onde todo mundo fica artista, fosso de orquestra, luz de verdade, poltronas, ar condicionada perfeito, e muitas coisas que não devo ter reparado. Coisa de gente grande. Isso me encheu de felicidade. Minhas filhas estiveram no coral Minaz, cujos ensaios ali se realizavam, quando o teatro era sonho, e o prédio, bem judiadinho, nem sombra do que é hoje. E foi com muita luta, garra e determinação que Gisele e Ivo, fizeram o sonho se tornar realidade. Uma realidade que nos deixa boquiabertos. Parabéns á todos os envolvidos neste lindo trabalho. A noite na ALARP Eu ia de qualquer jeito, para prestigiar meus amigos artistas, mas a vitória do concurso de crônicas, pela minha amiga de letras Mara Senna, foi um bom motivo à mais para comparecer. A amiga recebeu o prêmio e nós aplaudimos. Depois o coral dos meninos do MInaz, e Gisele, maestrina, alegrando a noite e mostrando o trabalho. Para mim, "Help" foi especial, como é especial saber que já estive platéia como mãe de coralista, é sempre uma boa recordação. Lúcília, com sua moça paulista. Jair, com seu "De repente", vontade de ser gente. Norma campaz, seus pincèis e flores. Djalma cantor! Gustavo Molinari em duo especialíssimo. Gilda, Meire e os acordeões. Adriana e Juan, fazendo do palco um salão para tango, fazendo vontade na gente. Nelly, e uma poesia linda..., e mais gente ainda. Eu? Feliz da minha vida. Depois da apresentação, teve um charmoso coquetel no espaço anexo ao teatro,lugar muito bem planejado, ocasião propícia e necessária, para que eu pudesse beijar meus artistas, e dizer-lhes, o quanto os aprecio, e o quanto eles me fazem bem. Beijados os artistas e os demais conhecidos, restou-me enfrentar a chuva, benção de frescor, que caía, sem piedade por nossos saltos altos e cabelos arrumados. Aos meus queridos artistas da ALARP, minha gratidão e amor. Ao pessoal do teatro Minaz, obrigada pela oportunidade da visita e o meu espanto festivo.
Escrito por Eliane Ratier às 14h56
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Sarau Sertanejo 
Américo, Nando Reis, Zéluiz, Eliane, Donizeti e Mônica, os artistas da noite- tem mais fotos no orkut, Eliane Ratier O sarau foi prá lá di bom. Américo, Zéluiz, Nando e Donizeti, o povo de Sertãozinho, são ótimos e Mônica Benedini, é encantadora com seu violão e sua vontade e verdade ao cantar. Os poetas marcaram presença, e Jair Yanni, esta nossa pluriartista, nos brindou com casos, causos, história e poesia de Catullo da Paixão Cearense. Pena que não era mato, pena que não tinha lua, mas os violões choraram e a poesia cantou o sentir humano em estado rústico, estado puro. Viva! Texto de abertura do sarau Nesta terra tem palmeiras( lamentavelmente nem todas as originais), onde cantam os sabiás. Nesta terra tem chope gelado, atração turística em demolição num desrespeito á nossa memória afetiva( estão demolindo o Pingüim original em prol de uma sapataria, mas providencialmente resgatam a história dando uso moderno à antiga cervejaria, sabem que vai ser construído um shopping na antiga fábrica da Antártica e que a reforma dos estúdios Kaiser está de vento em popa?) Nesta terra tem escolas e universidades, referências internacionais, assentadas sobre antigas fazendas de café, nossa quase extinta riqueza. Nesta terra tem teatro, casarões, shoppings, prédios luxuosos, hotéis, construídos pela e para a agroindústria. Nesta terra tem o gosto pelo campo, lazer e trabalho, modo de vida. E é do campo, do sertão, da lua, dos causos de ontem e de hoje que vamos falar agora. Nada de novo sob o sol. Monteiro Lobato, nos primórdios do século passado, sabiamente usou o Jeca Tatu, o caipira que todos somos para falar de política e saúde, ainda encanta nossa infância com Reinações de Narizinho, a menina que mora no sítio á receber o primo da cidade, lições de diversidade, troca de saberes, como deve ser apesar da globalização. A diversidade é que enriquece uma cultura. João Guimarães Rosa, reinventando o linguajar, dando letras à voz popular. Catullo da Paixão Cearense adentrando a academia de letras, de posse do profano violão, sendo reconhecido no exterior, antes de ser aceito em casa. Patativa do Assaré, o cordelista que virou livro, e habita bibliotecas, com a lírica popular Manoel de Barros, nosso contemporâneo dando graça ao tema rural de sua meninice, de seu viver. Adélia Prado, em sua mineirice, Cora Coralina e seus rios e pedras. Thiago de Mello, cujo sertão é a floresta. Todos, de alguma forma, sertanejos, como agora somos. Afinal, é no campo, que as noites tem mais estrelas, que o ar tem o perfume das flores, que as violas choram acompanhadas pelos grilos, que o regato corre cantante, que a terra se faz úmida sob os pés descalços, que a rede balança preguiçosa, que o tempo corre lento e certo, desprezando os relógios, num convite de calma para sonhar, viver, namorar. Tudo do jeitim que o poeta gosta! Eliane Ratier, para o sarau sertanejo da Paraler, novembro de 2009 E para comemorar, um Manoel de Barros para voces, com meus beijos enluarados de sertão Sonata ao luar- "Sombra Boa não tinha e-mail. Escreveu um bilhete: 'Maria me espera debaixo do ingazeiro quando a lua tiver arta.' Amarrou o bilhete no pescoço do cachorro e atiçou: - Vai, Ramela, passa! Ramela alcançou a cozinha num átimo. Maria leu e sorriu. Quando a lua ficou arta Maria estava. E o amor se fez sob um luar sem defeito de abril." . Manoel de Barros
Categoria: saraus Paraler
Escrito por Eliane Ratier às 16h48
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Mulheres de Hollanda
As Mulheres de Hollanda Meninos eu vi. Vi um grupo de mulheres transfiguradas em beleza pela música de Chico Buarque. Belíssimos arranjos vocais com trabalho de palco e cenografia. Algo de arrepiar, e reverenciar de joelhos, olhos molhados. Coisa de paixão e crença. Acontece com quem se deixa levar pelo barco da emoção. Umas “lindas” estas Mulheres de Holanda.
Categoria: feiradolivro2009
Escrito por Eliane Ratier às 20h35
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Vestido de Noiva- Nelson Rodrigues
Estivemos no teatro assistindo a peça de Nelson Rodrigues, Vestido de Noiva, com Leandra Leal e Marcelo Antony, entre outros. O teatro estava cheio, como fica, quando algum "global" se apresenta. Duvido que a platéia soubesse do que se tratava. Nelson Rodrigues, o festejado dramaturgo é carga pesada. Assustou-me a declaração que Marcelo Antony fez ao jornal da televisão, de que teriam transformado a peça em comédia. Não foi bem assim, não havia motivos de riso, aliás, nem de choro, nem de nada, só o martelar constante do suspense e da dúvida rodriguiana, já que o choque do tema, na atualidade, não mais nos choca, a vida real tem sido imbatível. Corretíssima a apresentação que fez uso de todos os recursos primorosamente. Bons atores, a oportunidade de ver os famosos em cena real e vê-los saírem-se bem, é definí-los além da fama. Ver o trabalho do ator que se entrega é fazer valer o preço do ingresso, e foi isso que aconteceu. Os atores cantaram e dançaram além de atuar. A cenografia foi ótima, com um espelho deformante questionando a realidade, o uso de materiais alternativos e interativos como os véus em plástico, o violão estraçalhado. O figurino foi sensacional, fiquei de olho cumprido para os modelos de Mdme CLassi, e capas vermelhas, e o vestido de noiva picotado entre o elenco, saias nos atores, que ora faziam seu papel masculino ou feminino, chapéus, penas. A cena inicial era surreal como um quadro de Dalí, as mulheres seios nus, a flor ao canto. A música foi perfeita, tangos, boleros, e música antiga, a cara da coisa, dolorida, de um sofrimento fingido como nas músicas de dor de cotovelo. Estamos vendo Nelson Rodrigues no clube de leitura, mas não tinhamos visto esta peça, daí minha curiosidade. Não pisquei para não perder nenhum detalhe, e eram muitos. A peça perde um pouco da força porque não emociona. Talvez, no passado , de onde ela vem, a intenção fosse chocar, o que acontecia devido ao tema, hoje não sobra mais nada, nem dor, nem riso, nem choque, só o belo e correto trabalho realizado pelo grupo. Valeu cada centavo e cada minuto. ps: sinto absoluta falta de um programa, por mais simples que seja, que dê o nome dos atores, do grupo, é quase um documento de referência, ao ínvés disso fui bombardeada por panfletos de cursos e coisa e tal. Protesto!
Escrito por Eliane Ratier às 20h36
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Dia do funcionário público
Meninos, quarta dia 28 , comemorou-se o dia do funcionário público. Este ano o Sassom, serviço de assistencia ao servidor municipal, festejou a data com um concurso cultural. Premiou, em dinheiro, tres categorias, pintura, fotografia e poesia. A revelação dos ganhadores foi em uma bela solenidade no teatro Pedro II, com a presença das autoridades. Festa em local nobilíssimo, mas com pouca divulgação. Além da premiação em si, onde fui agraciada com o terceiro lugar na categoria poesia, tivemos algumas falas relevantes, que penso poderiam estar em memorando interno para que todos os funcionários tivessem acesso. Adriana Silva ( sou fã dela), secretária da cultura, falou das idéias dos gestores e da importância da execução delas pelo funcionalismo, somos os braços que realizam. A prefeita Darcy agradeceu aos funcionários , reconhecendo-lhes o valor. Palavras de gratidão e o reconhecimento da importância é o real presente do servidor. Após a premiação, houve a apresentação da banda sinfônica do conservatório de Tatuí, que abriu o concerto com o Hino de Ribeirão Preto, cantado à plenos pulmões pela platéia emocionada. Obrigada á todos, pelo prêmio e pela oportunidade de presenciar a festa. Senti-me valorizada como pessoa e como funcionária da prefeitura.
Escrito por Eliane Ratier às 20h11
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notícias poéticas- outubro-2009
Notícias poéticas outubro- 2009 Outubro me soa como algo que se abre, outubro... sei que não tem nada a ver, é o oitavo mês de um calendário extinto, nem o som é aberto, outubro é nominalmente fechado e obscuro, mas meu sentir contraria a razão. É comumente assim, não? Emoção X Razão. O que me faz pensar desta forma, talvez seja o início dos preparativos para o final do ano ou os planos para ano vindouro, que aconselho que não sejam deixados para o ano que vem, por uma boa experiência própria. Seja lá o que você deseja começar, comece agora, uma idéia que vai para o papel, o pontapé inicial de um projeto, o primeiro passo de um caminhar, uma nova experiência, a satisfação de um desejo, uma mudança de peso, seja externa ou interna. Aja! Ia dizer que não importa o resultado, mas importa sim. Embora o riso da vitória, e a lágrima da derrota, sejam efêmeros, esta última é um tanto mais duradoura. De qualquer forma saímos no ganho, entre o começo e o fim, está o caminho. Este sim, é sempre lucro. Movimento 2 Para acabar comece Para voltar vá Para gostar experimente Para viver Aja Para amar Arrisque-se Eliane Ratier
Escrito por Eliane Ratier às 20h54
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Ricardo Silvestrin

Eliane e Ricardo Silvestrin Ser a madrinha de Ricardo Silvestrin, durante a Feira do Livro, foi um privilégio. Ricardo é jovem, e quando falo isso tenho pudores, pois somos da mesma idade, e igualmente jovens nas idéias, nas falas, nas inquietações, no entusiasmo, nas experimentações. Diferimos em alguns gostos, ele gosta de futebol e cerveja preta, eu prefiro cerveja clara e moda. Ricardo é de Porto Alegre e passou pela maratona de acordar às 5 da manhã, pegar vôo às 7, chegar em SP às 8, esperar até às 11 para embarcar para Ribs e desembarcar na Feira do Livro de Ribeirão Preto, recepcionado pelo infalível calor da terrinha. Ele escreve poesia para adultos e crianças, escreve em jornais, e recém lançou de livro de contos “Play”, além de tocar, cantar, compor para a sua banda estradeira, “Os PoETs”, e manter um programa de rádio e cadeira de professor na universidade. Ricardo não gosta muito que se referencie sua proximidade com a publicidade, onde trabalhava oficialmente, até bem pouco tempo, o que eu entendo, também tenho um lado que acho que não combina com a função, mas a influência em sua obra é inegável. Seus poemas são sintéticos, de títulos convidativos, sua fala é direta, ah, e há haicais, há humor. Com ele tive a segunda aula de prática literária, ali no calçadão da Álvares Cabral, em frente ao Pingüim, baseado em seus comentários sobre meu trabalho. Um luxo! Em sua palestra contou de sua trajetória e estratégias que podem ser um caminho interessante e que interessou, principalmente a turma dos autores locais, que levantou as orelhas e prestou atenção nas idéias e possibilidades. De sua fala: - eu- linguagem do namorado - tu- propaganda - ele – fala de alguma coisa - criar é fazer algo estranho -poesia na fala, na escrita, no desenho da palavra - letra de música combina com a música, feita para ser cantada. - a roda de poesia em praças, com uma música para convidar - o livro tem que ter vendedor, não distribuidor - comunidades do orkut podem ser bom ponto de visibilidade Entreguei-o no aeroporto com uma garrafa da cerveja preta da Colorado, nossa cerveja local, para sua apreciação e especial lembrança de nossa terra, já que a gente nem teve a sorte de encontrar com o Sócrates.
Categoria: feiradolivro2009
Escrito por Eliane Ratier às 15h59
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Dia da Poesia
Hoje é dia da poesia e eu nem sabia. Ando distraído do brinquedo, de ver beleza em segredo. Engoliu-me o cotidiano, este monstro feio. Assustou-me sua prima, a rotina, e eis me surdo à minha voz interna que fala da vida bela plena de poesia. Beijos, abraços, sorrisos, lágrimas, flores, pássaros, amor, chuva, lua, saudade, e tudo que nós poetas usamos como matéria prima de poesia.
Escrito por Eliane Ratier às 21h36
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Dia do médico, do dentista, do enfermeiro, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, etc...,etc...,etc...
Vou ampliar o espectro desta fala, para Dia de Todos os Profissionais de Saúde. Há pouco, escrevi sobre os professores e seu papel fundamental na vida das pessoas. Agora vou falar sobre como sermos pessoas aptas à viver, à viver com plenitude, à aprender. Vou falar de saúde. Os profissionais da saúde, não só possibilitam a cura de doenças limitantes, incapacitantes ou mortais, mas também melhoram a vida das pessoas, promovendo saúde através da educação para os bons hábitos, e da atenção preventiva na manutenção da máquina, chamada corpo humano. O ser humano que tem saúde, não padece de dor ou desconforto físico, é mais feliz, capaz para o aprendizado, e produtivo para o trabalho. Desta forma, gera melhor qualidade de vida para si e para os que dele dependem, ou com ele convivem. Acredito que saúde e educação caminham de mãos dadas para o aprimoramento do homem. Por isto, e por tudo, nós os profissionais de saúde, somos (é também sou profissional de branco) de maneira direta ou indireta, responsáveis pela qualidade do material humano, que vive, aprende, cresce, trabalha, produz e se reproduz. Cuidar da saúde é questão de cidadania. Cuidar da saúde é cuidar do futuro. Abraços solidários aos colegas de branco.
Escrito por Eliane Ratier às 21h35
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Dia do Professor
Amigos, apesar do feriado ter sido cancelado, e de acharmos que não temos motivos para comemorar, quero lembrar-lhes, como bem fez nossa diretora, Dna Shirlene, o valor inestimável de um mestre. Sim, pode não parecer, mas os professores tem em seus atos cotidianos uma grande responsabilidade com a pessoa, e uma pessoa em fase especialíssima, um aprendiz. Quando o aluno é criança ou jovem, alem do saber formal, o professor transmite à ele formação social, ensina-o a convivência e o respeito, aprendizado eterno para a vida. Educandos, de qualquer idade, estão sob influência do professor, que tem o poder de modificar vidas, através do que ensina, incentiva ou critica. Não há ninguém no mundo que não tenha em sua memória as palavras, atos, ou o rosto de algum mestre, que geralmente ignora o fato de ser parte importante da história desta pessoa. Mestre, lembre-se do seu valor e creia nele. Amigos, repensem suas vidas e valorizem seus mestres, que lhes proporcionaram este presente, e todos os mestres que constroem o futuro diariamente, apesar de tudo e de todos. Beijos aos meus mestres queridos, de ontem, de hoje e de sempre. Ass: A Eterna Aprendiz
Escrito por Eliane Ratier às 21h09
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Adriana Calcanhoto
Adriana Calcanhoto Ai, gente, pouco vi de Adriana, um poético ponto vermelho se movendo no palco imenso, mas suas músicas sei de cor, e a voz limpa e clara soou por dentro. Muita gente, como em todos os shows, sempre. Fui pra casa e rodei o disco.
Categoria: feiradolivro2009
Escrito por Eliane Ratier às 20h48
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Chope no Pinguim

Eliane e Ricardo Silvestrin, no Pinguim Olha gente, todo mundo queria, e haja fila! Todo mundo que visita Ribeirão tem em seu imaginário o chope do Pinguim. E ali, no Pingüim velho, de pé no balcão, ou do outro lado da rua, disputando uma mesa quase à tapa, ou usando de subterfúgios politicamente incorretos, mas totalmente pertinentes, tipo sentar com conhecidos e até desconhecidos para garantir a mesa assim que se fossem, é que vivemos bons e inesquecíveis momentos. Roda de escritores, entrevistas, lições de literatura, oficinas de poesia, lágrimas de despedida, perfume de saudade, camarote da feira, música, música, música e alegria, o abençoado almoço, gente nova, gente velha, gente bonita, gente importante, gente do povo, não menos importante, e amigos, novos e velhos, reencontrados e recém feitos. O chope? Foi o tempero.
Categoria: feiradolivro2009
Escrito por Eliane Ratier às 18h24
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