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nova categoria

Sabe gente, aquela musiquinha que toca em sua cabeça?Às vezes você nem gosta dela, mas ela gruda em você, e você anda no seu ritmo e quando abre a boca ela sai cantarolante.

 Pois é , ando impregnada pela música, que eu amei, da dança circular. Ela me remete à um vôo, à àgua, e tem como que movimento de Tai Chi, humm, não sei o nome, só sei que ela toca e me dá uma saudade da roda de dança. Beijos para meus amigos dançantes.

Digam-me o que toca aí em suas cacholas balançantes.



Categoria: saraus Paraler
Escrito por Eliane Ratier às 19h21
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Música para toda obra

  Tenho um amigo que não funciona sem música e resolvi experimentar, mesmo parcialmente descrente. Eis alguns resultados da experiência, que se extendeu pelo carro, consultório, prefeitura, quarto, banho, trabalhos domésticos e literários.

- no carro sempre foi excelente, me inspira. Isto me lembra que bati o carro na guia, uma vez, ouvindo Prince e minha favorita Kiss. So, be careful. Mas pode ser terrívelmente irritante se você não acha nada que te agrade nas rádios tocantes.Previna-se tendo sempre à mão seus CDs da hora.

- no consultório me anima e distrai o paciente. É que consulta odontológica funciona assim: o dentista fala e o paciente não consegue responder, pois tem que manter a boca aberta. Ouvir música poupa o paciente de monólogos intermináveis, e no meu caso, algo confusos.

- na prefeitura é um alento. O trabalho é tão pesado e por vezes difícil e triste, mas quando percebo um som conhecido, algo que provoque boas lembranças, aí, imediatamente meu espírito vaga por paisagens mais amenas, o que me dá ânimo novo para continuar, e alivia o paciente de me ouvir cantar algo que sempre toca em minha cabeça. Ninguém me merece cantando. Detalhe: lá escuto o que toca, sem opção, o rádio só pega uma estação.

- no quarto, bom no quarto me faz sonhar acordada, vira trilha sonora dos prazeres.

- no banho, sob a àgua morna, ensaboo, rebolo, canto e relaxo ao sabor de sons variados. Só que, é preciso ter cuidado, escorregar pode significar um grande estrago.

- agora, nos trabalhos domésticos, da cozinha à faxina, passando pelas roupas, é um tudo de bom. Você pode fazer uma seleção temática, uma para cada atividade. É  o máximo!

- já para trabalhos literários, dá bem o clima, mas por vezes atrapalha, se você está à cata de determinada palavra, idéia , expressão. Deve ser algum tipo de competição neuronal.

Outras vantagens: a música acalma os pensamentos, distrai obsessões, faz mexer o corpo, mesmo sem querer, e melhora qualquer astral.

Só não gostei de tê-la acompanhando conversas. Prefiro o som ao vivo, da voz amiga, aquela que fala doce mesmo quando o assunto é amargo, quero escutar além das palavras.

Considero a experiência mais do que válida. Agora tente você e me conte. Beijo.



Escrito por Eliane Ratier às 19h15
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Carla Bruni- Frank Sinatra

Aos modernos e antenados pode parecer antiguinho, mas Carla Bruni, a primeira dama francesa (ô homem de sorte este Sarkozi!), tem adoçado meus dias com suas melodias simples, quase infantís, e letras que eu cantaria no ouvido de alguém muito especial. Quelq'un que t'a me dit, Carla Bruni.

Frank Sinatra ,uma coletânea com 2 cds,  também tocou lá em casa, e eu nem sabia que era aniversário de sua morte. Suas músicas nos pegam no colo, enlaçam a cintura e nos fazem rodopiar de meias pela sala, vestidos de baile imaginários, mãos repletas de beijos, luares. As letras dizem tudo que as mulheres querem ouvir. Meninos, cantem Sinatra nos nossos ouvidos.



Categoria: o que estou ouvindo
Escrito por Eliane Ratier às 08h35
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Música

Olá, esta é mais uma nova categoria,e desejo saber o que rola no ouvido de voces, me contem sem pudores. Gosto, cada um tem o seu, que pode coincidir ou não. Partilhar nos enriquece.



Categoria: o que estou ouvindo
Escrito por Eliane Ratier às 08h25
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últimas leituras

Acabo de ler Reparação de Ewan MacEvan, aquele do filme, Desejo e Reparação, que não vi. Sua narrativa é do tipo que prende a atenção, e a respiração, melhor que última semana de novela das 8, onde se deseja saber o destino dos envolvidos. Terminei-o em trânsito e senti falta de algum tempo para reflexão. Bárbaro!

O conto do amor, Contardo Caligaris, este é uma delícia, suspense, romance, história, meio que Código da Vinci, me diverti, me emocionei, passeei pela Europa, aprendi e de quebra peguei o autógrafo do autor.

Continhos Galantes, Dalton Trevisan. Safadinho! um Nelson Rodrigues sem tragédia, só alegria, deixa um sorriso no rosto, arrepio na pele,e um brilho no olho.

Dom Casmurro, Machado de Assis. Comecei este livro incentivada pelo concurso da feira do livro e descobri um Machado moderno, de humor afiado, um deleite quase que obrigatório neste ano de centenário de sua morte. Um escritor muito à frente de seu tempo, por isso, um clássico. Este, ainda estou lendo.

A elegância do ouriço, Muriel (alguma coisa). Este li por indicação do jornal e amei. É um romance filosófico sem lugares comuns, ambientado na França, que já é uma paixão para mim, com personagens de uma riqueza e diversidade encantadores e um final que me tocou profundamente. Excelente leitura!



Categoria: o que estou lendo
Escrito por Eliane Ratier às 08h20
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estou lendo Machado, e você, o que está lendo?

olá amigos, estréio hoje nova categoria, deixem seus recados e suas sugestões de leitura, mas não contem que foi o mordomo que matou no final, beijos.



Categoria: o que estou lendo
Escrito por Eliane Ratier às 08h04
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feira do livro 2008-progrmação

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Categoria: Link
Escrito por Eliane Ratier às 07h56
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