Chope no Pinguim
Eliane e Ricardo Silvestrin, no Pinguim
Olha gente, todo mundo queria, e haja fila!
Todo mundo que visita Ribeirão tem em seu imaginário o chope do Pinguim.
E ali, no Pingüim velho, de pé no balcão, ou do outro lado da rua, disputando uma mesa quase à tapa, ou usando de subterfúgios politicamente incorretos, mas totalmente pertinentes, tipo sentar com conhecidos e até desconhecidos para garantir a mesa assim que se fossem, é que vivemos bons e inesquecíveis momentos.
Roda de escritores, entrevistas, lições de literatura, oficinas de poesia, lágrimas de despedida, perfume de saudade, camarote da feira, música, música, música e alegria, o abençoado almoço, gente nova, gente velha, gente bonita, gente importante, gente do povo, não menos importante, e amigos, novos e velhos, reencontrados e recém feitos.
O chope? Foi o tempero.

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